Em um importante debate no boteco, eram questionadas as diversas maneiras de se praticar o amor próprio. Quer dizer, como cada um se livrava das consequências de seu amor próprio, sob o prisma do aquecimento global e toda esta questão ambiental, isto não deixa de ser uma questão de saúde pública. Em português claro, como cada um se livra da porraida toda pós punheta?
1) Ralo do Banheiro: Esta é uma modalidade que acredito ter sido praticada por todos em começo de carreira. O problema é a necessidade desta pratica ter que ser aliada ao banho. Ora, qual mãe não desconfiaria de seu filho tomando banho 5 vezes ao dia?
2) Vaso Sanitário: Esta se mostrou uma técnica utilizada e aprovada por muitos por sua eficiência. A única ressalva foi feita com relação a mira do sujeito. Caso ele não acerte a água devido ao momento de extase, aquela porra gruda na cerâmica e são necessários centenas de litros de água para tirar aquilo de lá, e com o problema da falta de água no mundo…
3) Pia do Banheiro: Assusta num primeiro momento, afinal, como o cara consegue jogar lá? Mas fiquem tranquilos, eu advogo em defesa desta causa que prático a anos. O segredo esta em fazer uma cuia com a mão e jogar os dejetos nela, sem frescura porque a porra é sua mesmo. Após feito isto, basta despejar o liquido no ralo da pia, lavar as mãos e pronto. Simples e rápido, sem contra indicações. Sem contar a vantagem da portabilidade que isso traz ao ato. Pode se finalizar no local de sua residência que mais lhe agradar.
4) Camisinha: Esta é pra molecada criada a leite com pêra , doces caramelados e Jairo Bauer na TV. Tem tanto medo de DST que bate uma com camisinha. Mas apesar da frescuragem e do alto custo que isto acarreta, já que isso vai lhe custar uns R$3 por dia, é algo bastante higiênico e com o principio da portabilidade elevado ao quadrado, já que dá pra você fazer em qualquer lugar. Até na partidinha de baralho familiar.
Existe mais alguma modalidade não tratada neste trabalho de cunho acadêmico?
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